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Idealizar é livre, mas realizar exige método.

1 de set.
2 min de leitura

Quando pensamos em criar algo, nosso cérebro antecipa a “imagem” de todo o projeto pronto. Por isso, tudo o que começamos inicia com entusiasmo .Esse fenômeno acontece porque o cérebro humano é uma máquina de projeção e recompensa.


No entanto, entre idealizar e realizar há uma travessia entre a ideia e o processo. Essa travessia é onde a mágica — e o trabalho duro — realmente acontece. Idealizar é livre, mas realizar exige método.

As Fases da Travessia - Idealização: Momento da intenção; Planejamento: Desenho do mapa; Execução: Entrada no processo; Consistência: Ritmo de caminhada; Realização: Chegada ao destino.;

Os Desafios do Caminho - Paralisia por análise: Planejar demais impede o primeiro passo; Abandono precoce: O processo costuma ser menos glamoroso que a ideia; Falta de método: Boas intenções sem rotina evaporam; Como Cruzar a Ponte; Fracione a meta: Transforme a grande ideia em diárias; Aceite o rascunho: O começo será imperfeito; Corrija no caminho; .Crie rotinas: A inspiração inicia o projeto, mas o hábito o termina.


Quando desafio uma criança a “extrapolar”, não a estou desafiando a usar apenas a sua genialidade, mas a lidar com um processo que integra habilidades, quebra de expectativas, frustrações e, principalmente, o confronto com suas próprias vulnerabilidades.


Acompanhar as crianças na criação dos projetos é exatamente isso, desafiador. E como é enriquecedora essa travessia... da idealização ao processo, e do processo à realização!


Fácil? Claro que não. Até adultos desistem de seus projetos por não suportarem o processo.


Levar crianças a aplicarem suas altas habilidades é exatamente sobre isso: provocar o enfrentamento.


A prova e a olimpíada, embora sejam importantes, não têm esse poder, porque esses sistemas avaliativos são segmentados e não foram idealizados pela criança.


Treinar os processos cognitivos das crianças na travessia da idealização, do processo e da realização é preparar adultos resilientes, criativos, dotados de um funcionamento executivo autorregulado e firmados em seu propósito.


Este é um trabalho neuropsicopedagógico, mediado pela Especialista Silvana Pozzobon, voltado para a potencialização de crianças com altas habilidades.


 
 
 

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Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

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