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A velocidade de processamento e suas participações nos sistemas cognitivos

  • Foto do escritor: Silvana Pozzobon
    Silvana Pozzobon
  • 28 de jan.
  • 2 min de leitura

É hora de refinar seu raciocínio clínico quanto ao entendimento das expressões que refletem a velocidade de processamento. O que você discerne sobre velocidade de processamento? Como você interpreta este constructo dentro das unidades funcionais do cérebro? A velocidade de processamento impacta ou sofre impacto? Como realizar esse julgamento de forma consistente e fidedigna?


É conteúdo para gente grande (professores, pais, especialista) que entende a relevância do raciocínio clínico na remissão de sintomas que impactam à cognição e a aprendizagem.

A velocidade de processamento é uma habilidade cognitiva fundamental, definida como a rapidez com que o cérebro recebe, interpreta, compara e responde a estímulos e informações. Não está diretamente relacionada à inteligência geral (QI), mas sim à agilidade cognitiva e motora, ou seja, à eficiência dos circuitos neurais em realizar tarefas rápidas sob pressão de tempo.


Definição e Importância (O que é) Tempo de Reação: É o intervalo entre a recepção de um estímulo (visual ou verbal) e a resposta comportamental ou mental.

Componentes: Envolve atenção sustentada, memória de trabalho, coordenação visomotora e fluência de resposta.

Impacto no Aprendizado: É essencial para o rendimento acadêmico e profissional. Indivíduos com alta velocidade processam informações mais rapidamente, o que facilita o aprendizado e a compreensão.


Sinais de Baixa Velocidade de Processamento

Pessoas com velocidade de processamento rebaixada não são necessariamente menos inteligentes, mas podem apresentar: Lentidão para concluir tarefas, realizar cópias, ditados ou provas cronometradas.

Fadiga cognitiva e exaustão, por gastarem mais energia mental para processar informações.

Olhar parado ou aparência de estar "perdido em pensamentos".

Confusão em conversas rápidas.


Fatores Influenciadores e Impactos

Causas: Pode ser afetada por ineficiência nos circuitos frontotemporais, fadiga, estresse, ansiedade, depressão ou desatenção (como no TDAH).

Idade e Cérebro: Enquanto sistemas sensoriais coletam 1 trilhão de bits por segundo, o cérebro humano processa apenas cerca de 10 bits por segundo conscientemente.

Treinamento: A velocidade de processamento pode ser melhorada com estimulação cognitiva, exercícios cerebrais, leitura regular e jogos de raciocínio.


Consequências no Cotidiano

Uma velocidade de processamento lenta pode levar a:

Dificuldades de aprendizagem e retenção de informações.

Necessidade de mais tempo para tomar decisões simples.

Sentir-se sobrecarregado por ambientes com muitas informações simultâneas.

Em resumo, a velocidade de processamento é sobre eficiência cognitiva. Ela é treinável e sua melhoria tem um impacto positivo significativo em outras habilidades mentais interligadas.

A Importância da Intervenção eficiente mostra que precisamos entender e avaliar o déficit que pode ser de desempenho quando a criança/jovem sabe, mas, não faz. Ou déficit de habilidades que é quando o indivíduo não sabe fazer.

O treino das Funções Executivas é essencial e alguns fatores precisam ser considerados como a Gravidade das alterações no funcionamento executivo e os impactos na aprendizagem; os Cenários onde os sintomas são frequentemente exibidos; e as Habilidades Alvos em condição primária a serem estimuladas.


 
 
 

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Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

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