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Dislexia e Adaptações Escolares

  • Foto do escritor: Silvana Pozzobon
    Silvana Pozzobon
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura

Dislexia é um transtorno específico de aprendizagem que acomete em torno de 3% a 5% dos escolares. Dificuldade na aquisição e fluência da leitura e escrita, desenvolvimento cognitivo dentro dos padrões de normalidade, déficit no processamento fonológico e baixo desempenho em algumas habilidades cognitivas são as principais características encontradas nesse transtorno. A identificação precoce e o adequado processo interventivo são essenciais para minimizar os efeitos negativos da dislexia. Para tanto, há necessidade de conhecimento sobre a diversidade encontrada no transtorno, bem como capacidade de adequar a intervenção à dificuldade da criança. Informação gera autonomia. Adaptação gera aprendizado. O seu diagnóstico requer a identificação de pelo menos um dos seguintes sintomas:


1. Leitura de palavras é feita de forma imprecisa ou lenta, demandando muito esforço. A criança pode, por exemplo, ler palavras isoladas em voz alta, de forma

incorreta (ou lenta e hesitante); frequentemente, tenta adivinhar as palavras e

tem dificuldade para soletrá-las;

2. Dificuldade para compreender o sentido do que é lido. Pode realizar leitura

com precisão, porém não compreende a sequência, as relações, as inferências os sentidos mais profundos do que é lido;

3. Dificuldade na ortografia, sendo identificado, por exemplo, adição, omissão ou substituição de vogais e/ou consoantes;

4. Dificuldade com a expressão escrita, podendo ser identificados múltiplos erros de gramática ou pontuação nas frases; emprego ou organização inadequada de parágrafos; expressão escrita das ideias sem clareza.

Entretanto, a simples presença de um ou mais sintomas não significa que a criança tenha dislexia, uma vez que estes podem ser decorrentes de fatores variados, o que inclui: deficiência (intelectual e sensorial, por exemplo), síndromes neurológicas diversas, transtornos psiquiátricos, problemas emocionais e fatores de ordem socioambiental (pedagógico, por exemplo).

Nesse sentido, o manual (DSM-5) considera que, além dos sintomas mencionados, se deve levar em consideração os seguintes critérios:

• Persistência da dificuldade por pelo menos 6 meses (apesar de intervenção dirigida);


• Habilidades acadêmicas substancial e qualitativamente abaixo do esperado

para a idade cronológica (confirmado por testes individuais e avaliação clínica

abrangente);


• As dificuldades iniciam-se durante os anos escolares, mas podem não se manifestar completamente até que as exigências acadêmicas excedam a capacidade limitada do indivíduo, como, por exemplo: baixo desempenho em testes cronometrados; leitura ou escrita de textos complexos ou mais longos e com prazo curto; alta sobrecarga de exigências acadêmicas;


• As dificuldades não são explicadas por deficiências, transtornos neurológicos, adversidade psicossocial, instrução acadêmica inadequada ou falta de proficiência na língua de instrução acadêmica.

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Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

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