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Adaptações para Alunos com Dislexia não são privilégios. São direitos.

  • Foto do escritor: Silvana Pozzobon
    Silvana Pozzobon
  • 27 de jan.
  • 1 min de leitura

Quando a escola entende como o cérebro disléxico aprende, o caminho muda: sai da dificuldade e entra o acesso e permanece o sucesso. A dislexia não é falta de esforço, nem preguiça.

É uma forma diferente de processamento cognitivo que exige adaptações pedagógicas adequadas, baseadas em evidências científicas. Identificar corretamente as dificuldade. Compreender o perfil neurodiverso do aluno e planejar adaptações reais (PEI / Plano Educacional individualizado). Ajustar avaliação, acesso ao conteúdo e suporte emocional. Tudo isso transforma a experiência escolar sem diminuir o nível de aprendizagem. Dislexia não é limite. Falta de adaptação é. Um exemplo de adaptação que o especialista faz é avaliar a habilidade cognitiva com maior defasagem e iniciar o processo com pequenas partes, assim tudo fica mais leve com uma maior eficiência, resultando um maior envolvimento da criança e um resultado de aprendizagem com fluidez.

O neuropsicopedagogo nesse processo de aprendizagem é importante para adaptações eficazes e também avaliar processos de aprendizagem específicos e desenvolver habilidades de execução, (as funções executivas), memória de trabalho, controle inibitório e a flexibilidade cognitiva e essas funções são responsabilidade do córtex pré frontal.


 
 
 

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Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

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