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Espaços de Aprendizagens

  • Foto do escritor: Silvana Pozzobon
    Silvana Pozzobon
  • 20 de jan.
  • 1 min de leitura

Espaços Flexíveis, a arquitetura escolar educa tanto quanto o professor. Se o mundo mudou, por que a maioria das nossas salas de aula ainda se parece com as do século XIX?


Mudar a metodologia sem mudar o espaço é como tentar correr uma maratona usando sapatos inadequados. A configuração do ambiente escolar em 2026 precisa refletir a agilidade que esperamos dos nossos alunos.



Espaços flexíveis permitem que os estudantes escolham onde e como trabalham melhor (sentados, em pé, em grupos ou sozinhos), desenvolvendo autonomia desde cedo.


Zonas de Atividade, não de Disciplinas: Escolas inovadoras estão criando zonas de "silêncio/foco", "colaboração/caos criativo" e "prototipagem/maker", em vez de salas fixas por matéria.


Impacto no Comportamento: Estudos mostram que ambientes com luz natural e cores adequadas reduzem drasticamente os índices de ansiedade e indisciplina.


O Professor como Facilitador: Em um espaço flexível, o professor perde o "púlpito" e ganha mobilidade para realizar intervenções pontuais e personalizadas entre os grupos.


Custo-Benefício da Adaptabilidade: Móveis multifuncionais permitem que um mesmo auditório se transforme em quatro salas de aula ou um laboratório em minutos, otimizando o metro quadrado da instituição.


Comece já a derrubar as paredes (físicas ou mentais) das salas tradicionais ou a 'fila indiana' ainda é a regra? Vamos discutir o design da educação


 
 
 

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Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

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