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Gritar com crianças pequenas

  • Foto do escritor: Silvana Pozzobon
    Silvana Pozzobon
  • 7 de jan.
  • 1 min de leitura

Gritar com crianças pequenas pode parecer disciplina, mas a neurociência mostra que pode ser prejudicial. Pesquisas de Stanford descobrem que gritar ativa as mesmas regiões cerebrais da dor física, sinalizando perigo ao sistema nervoso da criança.


Quando uma criança pequena ouve vozes elevadas, seu cérebro interpreta isso como uma ameaça, e não como uma instrução. As respostas ao estresse aumentam, aumentando a frequência cardíaca, os níveis de cortisol e o medo, o que prejudica o aprendizado e a regulação emocional.


A exposição repetida a gritos pode criar sensibilidade e ansiedade aumentadas. O cérebro liga raiva e barulho ao perigo, tornando as crianças mais reativas ou retraídas em situações estressantes.


Disciplina eficaz depende de orientação calma e limites consistentes. Usar comunicação suave, modelar paciência e redirecionar comportamentos ensina as crianças a autorregulação sem desencadear respostas de medo. Essa abordagem fortalece a confiança e apoia o desenvolvimento saudável do cérebro.


Entender o impacto dos gritos reformula a disciplina. Crianças pequenas precisam de ambientes seguros e previsíveis para aprender, crescer e desenvolver resiliência. Reconhecer gritar como uma ameaça em vez de instrução permite que os pais orientem o comportamento enquanto protegem o bem-estar emocional e neurológico da criança.


 
 
 

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Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

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