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Maturidade cognitiva

  • Foto do escritor: Silvana Pozzobon
    Silvana Pozzobon
  • 24 de fev.
  • 1 min de leitura

O que é, de fato, maturidade cognitiva? Maturidade cognitiva não é fazer certo.

Não é ter QI alto. Não é ter bom vocabulário. Não é tirar notas boas. Maturidade cognitiva é a capacidade de gerar estrutura interna diante da ambiguidade. Do ponto de vista neuropsicológico, envolve:

• Sustentar uma meta mesmo sem supervisão;

• Organizar passos sem que alguém diga a ordem;

• Inibir impulsos quando há múltiplas possibilidades;

• Monitorar o próprio erro;

• Ajustar a estratégia sem colapsar emocionalmente;

Isso é função executiva amadurecida.

Ambientes estruturados ajudam no desempenho.

Mas maturidade aparece quando a estrutura veem de dentro.

É quando o indivíduo consegue: Planejar antes de agir; Pensar antes de responder; Reorganizar depois do erro; Regular emoção sob frustração.

Maturidade cognitiva não é perfeição. É autonomia executiva. E autonomia executiva não nasce pronta. Ela se constrói ao longo do desenvolvimento,

com experiências estruturadas que são gradualmente internalizadas. Por isso, a pergunta não é: “Ele é inteligente?” É: “Ele já consegue se organizar sozinho diante da necessidade de concluir por exemplo uma tarefa escolar.

 
 
 

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Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

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