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O Autismo não é uma linha reta

  • Foto do escritor: Silvana Pozzobon
    Silvana Pozzobon
  • 29 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura

Que vai do "leve" ao "grave". No ambiente escolar e social, essa visão linear é um dos maiores obstáculos para a verdadeira inclusão.

O autismo não é uma régua de intensidade. Ele funciona como um gráfico de radar ou uma paleta de cores.

Dizer que alguém é "leve" muitas vezes ignora as batalhas invisíveis que essa pessoa enfrenta para se adaptar (o chamado masking). Dizer que é "grave" pode limitar a percepção sobre as competências e talentos daquele indivíduo.

O que compõe o espectro? A ciência nos mostra que cada pessoa autista possui uma combinação única de desafios e habilidades em áreas como:

Comunicação Social: Interpretação de entrelinhas e sarcasmo.

Sensibilidade Sensorial: Reação a ruídos, luzes ou texturas.

Flexibilidade Cognitiva: Adaptação a mudanças bruscas de rotina.

Interesses Profundos: O famoso hiperfoco, que pode ser uma grande vantagem competitiva.

Compreender que o espectro é multidimensional nos permite oferecer o suporte certo em vez de apenas aplicar um rótulo.


Vem aí: um comportamento específico que muitos confundem com "traço de personalidade", mas que é um sinal chave de neurodivergência. Fiquem atentos!


Como você enxerga a neurodiversidade no seu ambiente de trabalho ou na sua área de atuação? Vamos debater nos comentários.


 
 
 

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Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

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