top of page

O movimento do corpo estimula a liberação de fatores neurotróficos, substâncias que favorecem a comunicação entre neurônios.

  • Foto do escritor: Silvana Pozzobon
    Silvana Pozzobon
  • 1 de jan.
  • 1 min de leitura

O envelhecimento cerebral está ligado a fatores como sedentarismo, inflamação crônica, estresse e redução do fluxo sanguíneo no cérebro.

Caminhadas simples e regulares estimulam a circulação sanguínea, levando mais oxigênio e nutrientes às células cerebrais.

Estudos mostram que a atividade física leve ajuda a preservar áreas do cérebro ligadas à memória e ao aprendizado, como o hipocampo.

O movimento do corpo estimula a liberação de fatores neurotróficos, substâncias que favorecem a comunicação entre neurônios.

Com o passar dos anos, a falta de estímulo físico contribui para a perda gradual de conexões cerebrais.

Caminhar em ambientes naturais ainda potencializa os benefícios ao reduzir o estresse e a sobrecarga mental.

A prática regular está associada à melhora da atenção, da memória e da velocidade de processamento mental.

Pessoas fisicamente ativas tendem a apresentar menor risco de declínio cognitivo ao longo do envelhecimento.

Não se trata de exercício intenso, mas de constância e hábito ao longo do tempo.

Pequenas caminhadas diárias podem gerar efeitos cumulativos positivos na saúde do cérebro.

O cérebro responde melhor ao cuidado contínuo do que a soluções pontuais.

Fontes confiáveis: Harvard Medical School, National Institute on Aging (NIH), Frontiers in Neuroscience.



 
 
 

Comentários


Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

bottom of page