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Processar informação de forma diferenciada

  • Foto do escritor: Silvana Pozzobon
    Silvana Pozzobon
  • 3 de mar.
  • 1 min de leitura

Durante muito tempo, o modelo tradicional de ensino considerou apenas um padrão de aprendizagem como referência.


Mas a neurociência mostra que cérebros neurodivergentes, como no TEA e TDAH, processam informação de forma diferente.


O que isso significa na prática?


Significa que:

• A previsibilidade reduz a sobrecarga do sistema nervoso.

• A instrução precisa ser clara e fragmentada.

• O suporte visual favorece organização mental.

• O vínculo ativa o sistema de segurança e permite que o córtex pré-frontal funcione melhor.


Não é sobre incapacidade.

É sobre caminhos diferentes de processamento. Quando o ambiente regula, o cérebro aprende Esta é, portanto, mais uma contribuição significativa de informação de qualidade, analisada e discutida, que contribui para uma atualização consistente sobre o TDAH.

Barkley tem linha teórica e prática própria. Seus estudos optam por uma teoria baseada no déficit de inibição do comportamento, de acordo com um modelo evolutivo-neuropsicológico que envolve quatro funções executivas: a memória de trabalho não-verbal, a internalização da fala, a autorregulação do afeto/motivação/excitação e a reconstituição, todas elas bem definidas. O manual de Russel Barkley e seus colaboradores apresenta uma vasta quantidade de dados e instrumentos auxiliares à avaliação e ao processo diagnóstico.


💬 Agora eu quero ampliar essa conversa:

Quais estratégias práticas você já utiliza nas adaptações pedagógicas — e quais ainda são desafiadoras na sua realidade escolar?


Base teórica:

Barkley (2015) – Funções executivas no TDAH

Siegel (2012) – Integração cérebro e emoção

Dawson & Guare (2018) – Intervenções em funções executivas

APA (DSM-5-TR)


 
 
 

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Criado por Siomara Guzelotto e Luiza Guzelotto     

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